Agricultores enfrentam dificuldades com o transporte de soja após um volume de produção maior que o esperado e falta de caminhões graneleiros.

Agricultores enfrentam dificuldades com o transporte de soja após um volume de produção maior que o esperado. Há falta de caminhões graneleiros para transportar a soja aos destinos. Já existe preocupação por parte de entidades como as federações da Agricultura do Estado (Farsul) e das Cooperativas Agropecuárias (Fecoagro). A Associação dos Produtores de Soja (Aprosoja) também demonstra-se preocupada com o possível cenário de “apagão” logístico no estado.

Com a colheita acelerada e falta de caminhões, muitos agricultores não encontram alternativas, pois não há como estocar todo o produto. O economista-chefe da Farsul, Antônio da Luz, explica que, diferente do Centro-oeste, não há possibilidade de deixar o grão no solo por haver um risco maior de chuvas.

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O desafio para escoar a safra neste ano será ainda maior, pois o estado já passa por dificuldades devido estradas mal conservadas. O agravamento deste ano tem custos de frete, em alguns casos, até 100% superiores ao ano passado.

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Mais de 80% do transporte é feito por rodovias, menos de 20% através de ferrovias e um percentual muito pequeno por hidrovias. Dessa forma, o grão depende de uma quantidade muito grande de caminhões para ser transportado.

Fonte: Portal NTC&Logística

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