A MWM assinou acordo para montar os motores dos novos caminhões extrapesados da Volkswagen Caminhões e Ônibus. Dessa forma, a companhia equipará

A Volkswagen Caminhões e Ônibus informou um novo ciclo de investimentos para aplicação entre 2021 a 2025. O montante totaliza R$ 2 bilhões e representa o sexto e maior ciclo consecutivo de aportes no Brasil. O anúncio foi feito pelo presidente e CEO da companhia, Roberto Cortes, durante o tradicional balanço de final de ano com a Imprensa realizado hoje (10/dez), dessa vez de forma virtual.

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Segundo o dirigente, os recursos do novo ciclo serão destinados, prioritariamente, para novas tecnologias voltadas para uma mobilidade mais sustentável, como a propulsão elétrica e a melhoria da eficiência energética com redução de CO2. “Além disso, vamos investir também na digitalização e na conectividade para soluções de transporte, cada vez mais modernas e eficientes. E seguir investindo na melhoria contínua de nossos produtos e na internacionalização da marca Volkswagen Caminhões e Ônibus”, ressalta Cortes.

Novos empregos

O executivo aproveitou a ocasião para informar que a montadora e os parceiros no Consórcio Modular já iniciaram a contratação de mais 550 colaboradores, para atuar na fábrica de Resende (RJ).  O reforço de mão de obra vai ajudar no aumento da produção diária das duas linhas de montagem que, mais recentemente, passaram a fabricar os novos caminhões extrapesados da marca, os VW Constellation 33.460 6×4, Meteor 28.460 6×2 e Meteor 29.520 6×4.

No âmbito global, Roberto Cortes confirmou a finalização da compra da fabricante norte-americana Navistar pelo Grupo TRATON, controladora da VWCO, que deve acontecer até  junho de 2021. A iniciativa tem o propósito de aumentar as sinergias entre as empresas do conglomerado, que inclui ainda as marcas Scania. MAN e Rio.

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Roberto Cortes comemorou, ainda, a recuperação do mercado brasileiro de veículos comerciais, depois do forte abalo provocado pela pandemia da Covid-19. Segundo o Renavam, os licenciamentos de caminhões acumulam uma queda de 13,9% no acumulado de janeiro a novembro desse ano. Enquanto o mercado de ônibus acusou um recuo de 32,7%, na comparação com igual período do ano anterior. “É claro que o resultado está muito longe do ideal. Mas foi menos mal do que o projetado no ano”, explica o presidente, satisfeito com o desempenho da marca que apontou números melhores que a média da indústria. “Nos caminhões a queda foi de apenas 5% e nos ônibus cerca de 23%”, finaliza.

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