A Volvo está desenvolvendo estudos para preparar a fábrica para a produção de caminhões e ônibus elétricos e ampliação de projetos de versões autônomas.

A Volvo está desenvolvendo estudos para preparar a fábrica para a produção de caminhões e ônibus elétricos e ampliação de projetos de versões autônomas. As pesquisas no Centro de desenvolvimento de Curitiba (PR), envolvem cadeia de fornecedores para peças que serão fabricadas localmente, aplicações alternativas e reciclagem das baterias após o uso nos veículos. Além disso, analisa a preparação da linha de montagem do futuro que terá de ser flexível pois, inicialmente, a produção de veículos a diesel terá de conviver com a tecnologia elétrica.

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“Estamos estudando todos esses aspectos, que começam com a competência, análise das alternativas, desenvolver os parceiros locais e fazer investimentos”, afirma Wilson Lirmann, presidente da Volvo América Latina. No entanto, o executivo não falou sobre datas. De acordo com o Lirmann, “há cenários e planos e, em algum momento, nós teremos caminhões elétricos produzidos no Brasil”.

Outras frentes sustentáveis

Atualmente, o grupo já tem sete caminhões autônomos desenvolvidos no País e lançados em 2017. Os veículos estão operando no cultivo da cana de açúcar. No futuro essa tecnologia será ampliada para áreas de mineração. “Globalmente a Volvo também trabalha no desenvolvimento de veículos a célula de combustível a hidrogênio.”

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Lirmann afirma que a marca também tem disponíveis modelos a gás, mas aguarda definições sobre infraestrutura de abastecimento e maior escala para avaliar a introdução do Brasil. “Hoje nossos caminhões a diesel já são bastante econômicos em parte por causa dos sistemas de conectividade que ajudam o motorista, por exemplo, a dirigir de acordo com o terreno em que está rodando”, diz o executivo. Na América Latina, segundo ele, já há mais de 80 mil veículos da marca conectados.

Os estudos para a mudança tecnológica de caminhões e ônibus estão incluídos no investimento de R$ 1 bilhão que o grupo anunciou no Brasil para o período de 2020 a 2023 e que inclui, também gastos com novos produtos, serviços e pesquisa e desenvolvimento.

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