Apesar do início difícil, a Volvo comemorou alguns bons resultados de 2020, em entrevista coletiva com a imprensa especializada, realizada em formato

Apesar do início difícil, a Volvo comemorou alguns bons resultados de 2020, em entrevista coletiva com a imprensa especializada, realizada em formato digital no dia de hoje (9). Entre os destaques, a empresa relacionou o bom desempenho dos caminhões FH nas versões de 460 e 540 cavalos, que alcançaram o recorde de vendas na categoria dos pesados. Não sem motivo, o FH 540 6x4T foi eleito o “Caminhão do Ano” pelo Prêmio Lótus, com um total de 5.809 unidades licenciadas no período.

“Nos últimos 12 anos nosso modelo foi líder em pesados por oito vezes. É um caminhão que oferece tecnologia de ponta em segurança e conectividade, além de entregar baixo custo operacional, baixo consumo de combustível e alta disponibilidade”, ressalta  Alcides Cavalcanti, diretor executivo de caminhões Volvo no Brasil.

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Outro feito da marca foi o reconhecimento da linha VM pelo transportadores brasileiros, que somou 3.530 unidades licenciadas no ano, 24% a mais que o ano anterior. Ao longo do ano, a família VM ganhou o reforço de duas novas versões: o VM City e o VN Light Mixer, para atender aos segmentos de distribuição urbana e construção. O mesmo se deu com os caminhões vocacionais da marca, voltados para aplicações mais severas, que acusaram uma evolução de 34% nos volumes, em comparação ao período anterior.

A empresa também enfatizou o sucesso nas vendas de caminhões seminovos, que alcançou a marca de 1.92 unidades comercializadas; a maior em duas décadas, segundo a fabricante. Acrescente a essa lista a inauguração da 100ª revenda Volvo no país. E, ainda, a marca de 100 mil caminhões conectados na América Latina, alcançada no ano passado, junto com o recorde histórico de 27 mil caminhões cobertos com Planos de Manutenção.

Nova realidade

No âmbito dos ônibus, o presidente da Volvo Buses, Fabiano Todeschni, admitiu que 2020 foi um ano difícil. “A pandemia limitou muito o deslocamento das pessoas, seja no transporte urbano, seja no rodoviário, seja no turismo e tivemos que nos adequar a esta nova realidade”, confessa. A empresa emplacou 444 ônibus no período, 40% a menos que as 744 unidades licenciadas em 2019.

Em que pese as conquistas, a empresa reconheceu a perda de liderança no segmento de caminhões pesados, um ano depois de ter recuperado esse mercado. O mesmo aconteceu nos semipesados, onde a Volvo acusou uma redução nos licenciamentos e no share. Alcides Cavalcanti atribuiu a baixa performance às limitações no atendimento da demanda no período, por causa do fechamento da fábrica na pandemia. “Porém, a Volvo sempre irá buscar a liderança, especialmente no mercado de pesados, porque temos uma história de domínio do segmento e não compramos mercado”, assegura o executivo.

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Para o ano em curso, o cenário é mais positivo. “Temos uma carteira robusta de pedidos, as taxas de juros estão baixas e os clientes estão buscando renovar suas frotas”, ressalta Cavalcanti.  Outro indicador positivo é a contratação de 400 novos funcionários na planta de Curitiba ocorrida esse ano, para atender o aumento da demanda de produtos. “A empresa vê bons sinais de recuperação no Brasil, principal mercado do continente. Com a retomada de alguns segmentos da economia a partir do segundo semestre de 2020 e indicadores positivos para 2021, a Volvo estima que o mercado total de caminhões pesados e semipesados, segmentos em que atua, tenha um crescimento de até 40% este ano”, projeta Wilson Lirmann, presidente do Grupo Volvo América Latina.

 

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