O estudo constatou que a maioria das transportadoras utilizaram mais a suspensão de contratos do que a redução da carga horária durante a pandemia.

A CNT, Confederação Nacional do Transporte, acaba de divulgar a 5ª rodada da Pesquisa de Impacto no Transporte do Covid-19. Dessa forma, a entidade divulgou uma série de dados atualizados das empresas do setor. Dentre eles, o estudo constatou que a maioria das transportadoras utilizaram mais a suspensão de contratos do que a redução da carga horária durante a pandemia.

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Ambas as soluções estão previstas na lei n.º 14.020/2020 como forma emergencial de redução de custos. Ainda de acordo com a pesquisa, as empresas pretendem continuar a aplicar essas alternativas diante da prorrogação por mais dois meses, conforme o decreto 10.470/2020.

Assim, 41,8% das transportadoras já suspenderam temporariamente contratos de trabalho. Dessas, 56,0% pretendem aplicar novamente a medida nos próximos 60 dias. Já entre as que não fizeram uso do instrumento, apenas 5,1% acreditam que terão de aplicá-lo nos
próximos 60 dias. Para as que implementaram a medida em agosto, a maioria (48,0%) suspendeu temporariamente até nove empregados.

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Além disso, a dimensão da queda de demanda pode ser percebida pela diferença de aplicação entre as alternativas oferecidas pelo governo federal. A opção de redução da carga horária com proporcional diminuição da remuneração, que permite a manutenção dos empregados em suas atividades em menor tempo, foi aplicada por 36,0% das empresas participantes; Portanto, a maior parte (55,8%) optou pela redução de 70,0% da jornada.

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