O Senado adiou a votação nesta quinta-feira (17) de projeto de lei que abre as portas para um novo modelo de cobrança de pedágio. O

O Senado adiou a votação nesta quinta-feira (17) de projeto de lei que abre as portas para um novo modelo de cobrança de pedágio. O free flow, um sistema sem cancelas em que o usuário paga somente pelo trecho percorrido. Assim, por causa de mudanças no texto, os parlamentares pediram mais tempo e avaliam votar o texto na próxima semana.

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O projeto atribui a regulamentação ao Ministério da Infraestrutura, que terá de editá-la no prazo de seis meses.

O free flow é defendido dentro da pasta comandada por Tarcísio de Freitas como um modelo mais justo para a cobrança de tarifas. Dessa forma, o modelo funciona sem as praças de pedágio – que ficam bastante espaçadas nas rodovias – e com pontos de verificação (pórticos) colocados ao longo da estrada, a base de motoristas pagantes se torna maior. Por sua vez, o pedágio tende a ficar mais barato para todos, argumentam técnicos do governo e entidades do setor.

A ideia da pasta é que o modelo possa coexistir com o atual. No entanto, se torne prioridade na escolha para as próximas concessões de rodovias. Os contratos já firmados com a iniciativa privada também não devem sofrer alterações.

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Na América do Sul, o Chile foi pioneiro no uso do free flow, com a Autopista Central, em Santiago. O sistema começou a operar em 2004. O formato também é visto em estradas de países como Austrália, Canadá, Portugal, Israel e Noruega.

Com preços mais acessíveis, o Ministério da Infraestrutura também avalia que, no longo prazo, o free flow vai permitir que o governo conceda rodovias que hoje são inviáveis de pedagiar.

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