Após o recente anúncio de fim de uma greve que durou 35 dias, os Correios entraram de vez no topo da lista de prioridades para privatizações do governo.

Os funcionários dos Correios não entraram em acordo com a empresa em audiência de conciliação realizada na tarde de sexta-feira (12), no TST (Tribunal Superior do Trabalho), em Brasília.

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Assim, a ministra Kátia Arruda, relatora do dissídio da greve, marcou o julgamento da ação para o próximo dia 21. Além disso, foram concedidos cinco dias para as manifestações dos advogados no processo.

Conforme o sindicato em MS, 70% dos trabalhadores do Estado paralisaram. No entanto, a estatal contesta e afirma que a paralisação foi aderida pela minoria de seus empregados, apesar de não apresentar números.

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Os trabalhadores protestam contra a privatização da empresa, “a perda de direitos” e a “negligência com a saúde dos trabalhadores em relação à Covid-19”.

Em nota, os Correios atualizaram o status da operação. “Os Correios seguem trabalhando para reduzir os efeitos da paralisação parcial dos empregados. Durante o último fim de semana e feriado de Dia da Independência, os empregados das áreas administrativa e operacional estiveram mais uma vez unidos em prol da manutenção dos serviços da estatal”.

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