O transporte de soja está mais caro este ano, de acordo com estimativa, o preço chega a variar até 9% mais caro esse ano no Mato Grosso.

Mesmo com a estiagem histórica que atinge o Paraná desde o ano passado, a produção de soja no estado atingiu 20,7 milhões de toneladas em 2020. Dessa forma, registrando um volume recorde para o estado, segundo o Departamento de Economia Rural (Deral) da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento.

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A movimentação da produção em direção aos portos e indústrias continua a pleno vapor. Esse fluxo mantém o setor de transportes de cargas em funcionamento durante a pandemia de coronavírus.

“Não é exagero dizer que a safra colhida e negociada no verão está salvando o transporte rodoviário agora, durante a pandemia. A colheita já acabou. Entretanto, nós temos trabalho para todo o mês de maio e junho”, afirma Péricles de Machado, que é dono de uma transportadora de grãos de Londrina.

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Segundo o Deral, até agora, 74% da produção está comercializada, um índice expressivo se comparado ao do ano passado, que era de 44%. Grande parte das negociações foi feita antes na pandemia, o que ajudou a manter o ramo em movimento agora.

Além dos produtos agrícolas, os transportes de produtos farmacêuticos e hospitalares, bem como os alimentícios que também conseguiram estabilidade, segundo a Federação das Empresas de Transporte de Cargas do Estado do Paraná (Fetranspar).

De acordo com o presidente da entidade, Sérgio Malucelli, são ramos que devem seguir com trabalho normal no momento de crise. “Alimentos e medicamentos têm demanda constante; a safra também não para. Ao fim da safra atual, teremos a safrinha do milho e do trigo, que, embora não sejam tão expressivas quanto a da soja, devem manter o ramo entre julho e dezembro”, afirma.

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