A demanda por transportes rodoviários de cargas no Brasil voltou a melhorar na última semana. Assim, atingindo o maior nível desde o final

De acordo com dados do Departamento de Custos Operacionais (DECOPE) da NTC&Logística, a demanda por transportes rodoviários de cargas no Brasil terminou a última semana praticamente estável. Assim, os números mostram um leve recuo de 0,05 ponto percentual em relação à semana anterior, fechando a 10ª semana de monitoramento com 41,28% de queda nos fretes durante a pandemia.

O pior resultado até agora ocorreu em meados de abril. Na ocasião, o índice atingiu queda de 44,8% na comparação com os níveis pré-pandemia.

Apesar de a demanda não ter registrado recuo abrupto ao longo da última semana, o percentual de empresas com queda de faturamento no período avançou e atingiu 94%. Dessa forma, atingindo o maior nível desde o início das pesquisas.

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Demanda por carga

Para cargas fracionadas, que contêm pequenos volumes, a sondagem mostrou uma piora de cerca de 1,3 ponto na comparação semanal, com a queda alcançando a marca de 41,34%.

Já para cargas lotação, que ocupam toda a capacidade dos veículos e são utilizadas principalmente nas áreas industriais e agrícolas, a retração atingiu 41,27%. Portanto, uma leve melhora de 0,7 ponto em relação à semana anterior.

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“O impacto da crise já vem sendo sentido pelas empresas desde o início, e continua sendo muito grande. Dessa forma, prejudicando a saúde financeira das empresas e suas estruturas como um todo. Estamos trabalhando para manter o funcionamento de forma adequada dentro das condições impostas pelo momento, dando atenção primordial ao abastecimento da sociedade e mantendo todos os cuidados necessários” destacou Francisco Pelucio, presidente da NTC&Logística.

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