O Departamento de Estradas de Rodagem (DER), órgão vinculado à Secretaria de Logística e Transportes, decidiu suspender as restrições para circulação

Dois meses após o fim da greve, muitas das medidas anunciadas pelo governo federal para acabar com a paralisação dos caminhoneiros em maio ainda não foram cumpridas. Levantamento do portal UOL com o setor buscou saber qual foi o impacto disso na vida dos transportadores e caminhoneiros e, apesar do alívio financeiro, muitas promessas ainda patinam.

O governo editou, à época, quatro medidas provisórias, que prometiam redução temporária de R$ 0,46 no litro do diesel, a tabela de preços para o frete, cota para caminhoneiros autônomos em cargas da Conab (Companhia Nacional de Abastecimento) e isenção do pedágio nas rodovias para eixo suspenso.

O desconto de R$ 0,46, por exemplo, até hoje não chegou na íntegra às bombas de todo o país. A Conab não teve sucesso em contratar motoristas autônomos, que não conseguiram se organizar para atender as exigências. E a tabela do frete vai em vem em versões que, até agora, não agradaram nem os transportadores e nem os contratantes.

A única das quatro grandes promessas que já começou sendo totalmente cumprida é a isenção do pedágio para o eixo suspenso, mas também levanta questionamentos judiciais em alguns estados e pode gerar aumento no preço dos pedágios.

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