Recentemente, uma nova onda de insatisfação por parte dos caminhoneiros voltou a ser assunto entre os executivos da Petrobrás e Governo. Inclusive,

Recentemente, uma nova onda de insatisfação por parte dos caminhoneiros voltou a ser assunto entre os executivos da Petrobras e Governo. Inclusive, recentemente representantes do governo se reuniram com caminhoneiros para discutir preços de frete e o futuro do setor no Fórum TRC, em Brasília.

No último dia 4, a estatal anunciou o aumento de 2% no diesel. Foi o segundo aumento consecutivo do combustível após mais de 50 dias sem alteração nos preços. No entanto, o acumulado no ano mostra mais de 15% de aumento tanto para o diesel quanto para a gasolina. O valor atual, supera o preço praticado antes da greve de maio de 2018.

Apesar da insatisfação da categoria, o presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, defendeu que o produto não tenha nenhum tipo de controle. Além disso, afirmou que os combustíveis devem variar de acordo com o mercado.

“Combustíveis têm que ser tratados como qualquer tipo de produto. Não se justifica nenhum controle de preço.” Ainda mais, o executivo chegou ainda a afirmar que a política de controle é uma prática ultrapassada e não funcional. “O controle de preços pertence ao museu das armas falidas contra a inflação. Não funciona no Brasil e nem em qualquer outro lugar do mundo”, completou.

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