Com mais de 90% da segunda safra de milho colhida em Mato Grosso, os agricultores do Estado contam com um recuo de 16,3% no frete rodoviário
Foto: Cleverson Beje

Com mais de 90% da segunda safra de milho colhida em Mato Grosso, os agricultores do Estado contam com um recuo de 16,3% no frete rodoviário para escoamento do cereal pelo Arco Norte. Dessa forma, a redução reflete o resultado da pavimentação da BR-163, que se converteu em benefício logístico.

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O recuo do frete, um custo relevante para o setor, é mais um fator a impulsionar a rentabilidade do produtor brasileiro. Além disso, a demanda teve bons resultados este ano por uma demanda firme da China e pelo efeito do câmbio sobre os preços na temporada de 2019/20. Com isso, depois de exportar a maior parte da soja, o país agora entra na campanha de embarques de milho.

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De acordo com dados do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) fornecidos à Reuters, o custo de transporte de grãos entre Sorriso (MT) e Miritituba (PA) caiu de 239 reais por tonelada em julho de 2019 para 200 reais no mês passado.

“A pavimentação contribuiu para o aumento na capacidade logística de Mato Grosso. Como estamos com mais de 90% da safrinha de milho colhida, o trabalho agora é levar para o porto”, disse o superintendente do Imea, Daniel Latorraca.

Nesta semana, a produção de milho 2019/20 em Mato Grosso, maior produtor de grãos do país, foi estimada pelo Imea em 33,48 milhões de toneladas, alta de 203 mil toneladas ante a projeção divulgada em julho e avanço de 3,16% ante temporada de 2018/19.

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