Representantes de setores que contratam o transporte de carga, como os produtores agrícolas, afirmaram à comissão especial que analisa no Congresso a criação da Política de Preços Mínimos para o Transporte Rodoviário de Cargas no Brasil que o tabelamento de frete, do modo que foi feito, é inaplicável.

De acordo com a Rádio Agência Nacional o desenvolvimento da tabela não levou em conta diferenças entre o período de safra e da entressafra e nem particularidade de caga região. Para Luiz Badez, presidente da Associação Nacional dos Usuários do Transporte de Carga, afirmou que a situação das rodovias encarece o serviço.

Segundo as associações, o frete chegou a aumentar 200% dependendo do produto e trajero. Os empresários querem que o tabelamento passe a vigorar apenas na próxima safra – segundo André Nassar, da Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais, os produtos são vendidos antes da colheita, momento em que os produtores consideram o valor do frete para formar o preço cobrado.

O relator da medida provisória é o deputado Osmar Terra, do MDB. As audiências públicas servem como instrumento de ajuda para o desenvolvimento do relatório final.

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