O número de mortes em ruas e estradas gaúchas caiu 13% no ano de 2019, em relação a 2007, quando o Detran começou a considerar também óbitos ocorridos

O número de mortes em ruas e estradas gaúchas caiu 13% no ano de 2019, em relação a 2007, quando o Detran começou a considerar também óbitos ocorridos até 30 dias depois do acidente. Além disso, em 2019, o número foi 5% menor do que no ano anterior.

De acordo com o  Detran, o resultado é uma união de esforços entre os órgãos fiscalizadores, e o envolvimento maior da sociedade no debate sobre o trânsito.

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“A gente vê as pessoas hoje discutindo o tema em vários ambientes. Não é só mais no dia a dia ou na imprensa. Vemos a escola trazendo, a universidade participando, os órgãos. Então há um envolvimento. Acho que isso vai ajudando na conscientização e auxiliando nesses números”, destaca o diretor-geral adjunto do Detran RS, Marcelo Soletti.

Números do ano passado

Em 2019, foram 1.448 acidentes com mortes, que vitimaram quase 1.600 pessoas. Desse total, mais de 38% dos acidentes fatais ocorreram nas sextas e sábados. O turno da noite é o mais violento, concentrando quase 35% das mortes.

As cidades com as maiores frotas têm maior número de acidentes: Porto Alegre teve 77 acidentes fatais no último ano, Caxias do Sul, 57 e Pelotas, 50.

Quase 30% das vítimas eram condutores de automóveis. Em seguida, vêm os motociclistas (23,8%) e pedestres (20,7%). Os homens seguem sendo maioria, 79% dos mortos no trânsito.

Portanto, para tentar reduzir a violência no trânsito, o Detran pretende levar aos dezesseis municípios gaúchos com o maior número de acidentes o programa “Vida no trânsito”, que já existe em Porto Alegre. Dessa forma, a iniciativa traça um mapa de onde e por quê acontecem os acidentes, e quem são as principais vítimas, para que as prefeituras possam criar uma estratégia de prevenção.

“É levar informação do que realmente precisa naquele local. Controle de velocidade? Uma sinalização melhor? Precisa ter uma campanha de educação ou é {operação [Balada Segura] porque os acidentes que acontecem ali envolvem álcool?”, destaca Soletti.

Entre os municípios que podem ser os primeiros a receber o programa estão Caxias do Sul, Santa Maria e Guaíba.

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