A Mercedes-Benz, marca que mais vende caminhões no país, espera que a pandemia provoque, no mínimo, uma redução de 20% nas vendas

A Mercedes-Benz, marca que mais vende caminhões no país, espera que a pandemia provoque, no mínimo, uma redução de 20% nas vendas de caminhões no mercado brasileiro. De acordo com o o presidente da montadora no Brasil, Philipp Schiemer, em entrevista ao G1, o planejamento do ano foi comprometido.

“Não fomos pegos de surpresa. Entretanto, os acontecimentos foram se acelerando muito. Todo o planejamento para o ano foi afetado”. Além disso, o executivo falou dos proximos passos da Mercedes-Benz e dele mesmo.

A Covid-19 mudou não apenas a rotina das fábricas, mas também os planos de Schiemer. O executivo está na filial brasileira da Mercedes há 15 anos, e, desde 2013 ocupa a presidência. No início do ano, a empresa anunciou que ele retornaria à Europa para assumir a chefia de marketing e vendas da divisão de ônibus, na Alemanha.

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No entanto, a troca de postos anunciada há alguns meses, bem como a volta para casa de Schiemer, previstas para maio, devem atrasar.

Desde 20 de março, as fábricas da empresa no Brasil estão paradas, e não há uma estimativa concreta de quando a produção será retomada ou as concessionárias serão reabertas.

Para o presidente da Mercedes, isso não deverá acontecer antes de maio. Até por isso, segundo ele, é preciso esperar cerca de 1 mês para ter uma ideia melhor de qual será a nova estimativa de vendas para os veículos comerciais em 2020.

Mudanças nas previsões orçamentárias

No início do ano, a previsão de Schiemer para o mercado de caminhões no ano era de 110 mil unidades. Assim, atingindo cerca de 10% mais do que os 101,3 mil exemplares emplacados em 2019.

“Agora, no cenário mais otimista, o presidente da Mercedes-Benz acredita que as vendas sofram uma queda de 20%, fruto de dois meses de vendas praticamente zeradas.”

De acordo com ele, caso esse prazo se estenda, a queda deve ser de quase 10% a mais para cada mês que a indústria não emplacar caminhões.

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