A Marcopolo pretende, até o final deste ano, iniciar testes com a aplicação do grafeno em novos componentes de ônibus. Dessa forma, o objetivo é reduzir
Foto Julio Soares/Divulgação Marcopolo

A Marcopolo pretende, até o final deste ano, iniciar testes com a aplicação do grafeno em novos componentes de ônibus. Dessa forma, o objetivo é reduzir o peso total do veículo e ampliar e garantir a resistência estrutural, como a possibilidade de utilização e introdução em veículos de motorização 100% elétrica ou híbrida que está ocorrendo na indústria automobilística mundial.

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De acordo com Luciano Resner, diretor de Engenharia da Marcopolo, o programa está em fase de estudos de engenharia. Portanto, o plano é concluir o desenvolvimento e iniciar testes até o final deste ano. “Firmamos, no ano passado, uma parceria com a UCS, Universidade de Caxias do Sul, para o desenvolvimento do material e produção local em escala industrial. Assim, estamos realizando testes de ensaios químicos, térmicos e mecânicos, além de testes acelerado de durabilidade em dispositivos que garantem a durabilidade e confiabilidade do produto. Dessa forma, representando as condições de utilização de nossos clientes”, analisa Resner.

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Entre os desenvolvimentos mais avançados, a Marcopolo está trabalhando também em peças poliméricas. Com isso, avaliando a substituição de componentes metálicas por polímeros com a adição do grafeno, como suportes, em materiais de acabamento, como a estrutura do porta-pacotes e descansa-pernas, e em alguns componentes estruturais, como poltronas. “Deveremos iniciar testes no campo de provas ainda no segundo semestre deste ano, para apresentar novidades no mercado em 2021”, conclui Resner.

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