No estado do Mato Grosso, maior produtor de grãos do país, o Governo trabalha na instalação de ferrovias que podem facilitar o escoamento.

No estado do Mato Grosso, maior produtor de grãos do país, o Governo trabalha na instalação de ferrovias que podem facilitar o escoamento. Assim, diminuindo os valores de fretes ea dependência das rodovias. Nos planos estão três estruturas: Rumo\Ferrovia Vicente Vuolo (Ferronorte), Ferrovia de Integração do Centro-Oeste (Fico) e a Ferrogrão.

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A Rumo Logística explora desde abril de 2015 o trecho que atualmente liga o Porto de Santos a Rondonópolis e transporta 30 milhões de toneladas. Dessa forma, a proposta é estender os trilhos da ferrovia até Cuiabá, Nova Mutum e Lucas do Rio Verde e chegar a 75 milhões de toneladas. Uma das condições da empresa para isso era a renovação da outorga da malha paulista, o que foi obtido em maio deste ano. Com isso, estão previstos investimentos que variam entre R$ 9 e 11 bilhões.

Com extensão de 348 quilômetros, a Ferrovia de Integração do Centro-Oeste (Fico) vai propor uma opção logística eficiente para o escoamento da produção de grãos da região Centro Oeste, principalmente de Mato Grosso, em direção aos grandes portos brasileiros, como Itaqui, no Maranhão, ou o Porto de Santos, mediante os trilhos da Rumo Malha Norte S\A.

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Já a Ferrogrão conta com 1.142 quilômetros às margens da BR-163, no trecho entre Sinop e o porto fluvial de Miritituba (PA). O projeto foi apresentado em 2014 e estudos apontam que a obra custará R$ 12,6 bilhões ao longo de cinco anos. Além disso, estão previstos, o ramal de Santarenzinho, entre Itaituba e Santarenzinho, no município de Rurópolis (PA), com 32 quilômetros, e o ramal de Itapacurá, com 11 quilômetros.

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