A indústria brasileira de implementos rodoviários conseguiu se recuperar ao longo do ano e diminuir o forte impacto da pandemia do coronavírus

A indústria brasileira de implementos rodoviários conseguiu se recuperar ao longo do ano e diminuir o forte impacto da pandemia do coronavírus, especialmente no segundo bimestre de 2020. Dessa forma, foram emplacadas perto de 122 mil unidades ao longo do ano passado, abaixo apenas 1% sobre o ano anterior.

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“O resultado mostra como o mercado reagiu em alguns segmentos, repercutindo na estabilização das perdas de forma geral”, analisa Norberto Fabris, presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Implementos Rodoviários (ANFIR). O bom desempenho de setores como o agronegócio, responsável por mais de 40% dos negócios no segmento pesado; construção civil, com a retomada de lançamentos residenciais e obras de infraestrutura; e transporte de remédios e alimentos foram os principais responsáveis pela recuperação.

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O segmento de reboques e semirreboques totalizou 67 mil produtos entregues ao mercado, representando 6% de elevação. Por sua vez, o setor de carroceria, influenciado pela demora na recuperação das entregas urbanas, por conta da redução do consumo pelas famílias, consolidou retração de 5%, somando 54,5 mil produtos.

“Em 2021, a expectativa é que mais segmentos se juntem a esses pilares da recuperação do setor e também reajam positivamente”, aponta o dirigente. Além disso, o executivo projeta alta entre 8% e 10% sobre 2020, algo como 132 mil unidades.

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