O Índice ABCR de atividade caiu 43,8% em abril, em relação ao mesmo período de 2019, maior declínio da história. O levantamento mede o movimento

O Índice ABCR de atividade caiu 43,8% em abril, em relação ao mesmo período de 2019, maior declínio da história. O levantamento mede o movimento nas estradas sob concessão e é construído pela Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias (ABCR) juntamente com a Tendências Consultoria.

O fluxo pedagiado de veículos leves registrou recuo de 51,5%, enquanto o fluxo de veículos pesados caiu 20,5%. Dessa forma, mostrando como o transporte rodoviário segue em maior atividade, especialmente em itens essenciais.

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Considerando os dados dessazonalizados, abril apresentou queda de 31,7% em comparação com março. Nessa base de comparação, o índice de fluxo pedagiado de veículos leves caiu 36,7%, enquanto o de pesados recuou 19,1%.

“A queda dos veículos leves foi superior ao dos pesados por questões sanitárias e econômicas. Enquanto os pesados mantiveram-se em movimento ao suprirem a cadeia de atividades básicas”, afirma Thiago Xavier, analista da Tendências Consultoria. “

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Em março, a queda do índice ABCR já tinha sido histórica (-18,4%), superando inclusive o período da greve dos caminhoneiros, em 2018. Entretanto,  foi impactado pelos fechamentos e diminuição do fluxo por causa da pandemia apenas no final do mês. Agora, em abril, a queda foi ainda maior, como era de se esperar, visto que a política de isolamento social se manteve por todo o mês.

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