O índice ABCR referente a setembro de 2021 diminuiu 0,6% no comparativo com agosto, considerando os dados dessazonalizados. O fluxo pedagiado

O índice ABCR referente a setembro de 2021 diminuiu 0,6% no comparativo com agosto, considerando os dados dessazonalizados. O fluxo pedagiado de veículos leves apresentou queda de 0,9% e para o fluxo de pesados, retração de 2,1%.

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O índice que mede o fluxo pedagiado de veículos nas estradas é construído pela Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias-ABCR juntamente com a Tendências Consultoria Integrada.

Entretanto, comparado ao mesmo período de 2020, o índice total avançou 1,9%. O fluxo pedagiado de veículos leves avançou 2,9%, enquanto o fluxo de pesados diminuiu 0,6%. Nos últimos doze meses, o índice total acumula avanço de 6,5%, fruto do avanço de 8,1% dos veículos pesados e de 5,9% dos veículos leves.

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“Os dados referentes a setembro demonstram os efeitos negativos da paralisação dos caminhoneiros sobre o fluxo de veículos, evidenciado pela variação do segmento de pesados. Entretanto, os efeitos do evento são pontuais e não devem ser estendidos nos próximos resultados.”, afirma Andressa Guerrero, analista da Tendências Consultoria. “Na comparação anual, o fluxo de leves exibe melhor desempenho, fruto do progresso relacionado ao quadro sanitário e aumento dos indicadores de mobilidade. Neste contexto, a retomada do setor de serviços de turismo e lazer presenciais às famílias impulsiona o fluxo de leves. Já o fluxo de pesados foi penalizado pela paralisação das atividades durante a greve dos caminhoneiros. Além disso, enfrenta barreiras ligadas ao campo industrial, diante do aumento de custos de produção e escassez de insumos”, conclui.

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