A ANTT (Agência Nacional de Transporte Terrestre) voltou a colocar em vigor a tabela de piso mínimo de fretes com a resolução de julho, após estudos realizados pela ESALQ e audiências públicas. Entretanto, a principal mudança na tabela é a inclusão do custo do pedágio.

A partir de agora, deve ser adicionado ao custo do frete o valor das tarifas de pedágio ao longo da rota somadas. Anteriormente, o item causava muita polêmica entre contratantes de frete e caminhoneiros, que nem sempre concordavam sobre o valor estar ou não incluso no custo do frete.

Além disso, a nova tabela também prevê o valor a ser pago ao caminhoneiro em relação ao lucro. Este era outro ponto criticado pelos caminhoneiros, que gostariam que seus rendimentos fossem citados de forma expressa.

Um dos líderes da categoria, com participação ativa na greve de maio do ano passado, Wallace Costa Landim, conhecido como Chorão, afirmou que as mudanças atendem parcialmente os desejos da categoria. Além disso, Chorão disse, em reportagem ao G1, que o maior desafio agora é exigir o cumprimento da tabela.

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