O diesel encerra o mês de agosto com média percentual 23% mais cara do que o menor valor registrado no ano, que foi em janeiro a R$ 3,93.

A Confederação Nacional do Transporte (CNT) e outras entidades do setor, como Fecombustíveis, NTC&Logística, Fenabrave e Anfavea, divulgaram nota manifestando preocupação com a elevação do teor compulsório para 12% de biodiesel (B12) na mistura de óleo diesel comercializado a partir de agosto.

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De acordo com a Lei nº 13.263/2016 autorizou o Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) está previsto a elevação da mistura para até 15%, No entanto, este percentual estaria sujeito à realização de testes e ensaios que validem a utilização destes percentuais.

gasolina-posto-biodiesel (Foto: Eduardo Otubo/CCommons)
Abastecimento com biodiesel (Foto: Eduardo Otubo/CCommons)

As entidades argumentam, porém, que os testes realizados não confirmaram a viabilidade da utilização do novo percentual. De acordo com a nota, a maioria dos relatórios apresentados pelas montadoras evidenciou problemas e prazos insuficientes para a realização dos testes.

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A nota pede a revogação da decisão. “Recomendamos a manutenção do teor de biocombustíveis no diesel em 10% até que se alterem as suas especificações e sejam realizados testes para comprovar a viabilidade técnica e a segurança para a utilização de teores mais elevados. Por fim, defendemos a introdução ampla de novos biocombustíveis, a fim de fomentar a competição entre produtos e promover melhorias quanto à oferta, preço e qualidade.”

Fonte: Globo Rural

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