Ao participar do almoço planejado pela Frente Parlamentar Mista Pelo Brasil Competitivo em Brasília, o ministro da Infraestrutura (Minfra), Tarcísio de Freitas,

No próximo sábado, 18, deve haver um encontro entre entidades que representam caminhoneiros em Brasília. De acordo com informações do Estadão, o objetivo do encontro nacional da categoria é trazer uma agenda única para a classe. Até por isso, a reunião foi intitulada de “Em busca da unificação das lutas e sobrevivência da categoria”. O debate será os próximos movimentos para transportadores rodoviários, incluindo autônomos e celetistas.

O encontro reunirá entidades que frequentemente divergem na convocação de paralisações, como a Associação Brasileira dos Condutores de Veículos Automotores (Abrava) e o Conselho Nacional do Transporte Rodoviário de Cargas (CNTRC), que, com a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Transportes e Logística (CNTTL), promovem o encontro.

Presidente do CNTRC, Plínio Dias, diz que a expectativa é reunir representantes e lideranças de mais de 13 Estados. No entanto, lideranças ligadas ao movimento intitulado caminhoneiros patriotas, que fizeram atos em prol do governo Bolsonaro e contra o Supremo Tribunal Federal (STF) no 7 de Setembro, não foram convidadas para o encontro. “Eles não falam em nome da categoria. Era só politicagem”, afirmou Dias.

Após a reunião, a agenda de comum acordo deve ser apresentada ao governo federal por meio do Ministério da Infraestrutura. “Primeiro vamos conversar e depois definir os rumos de como se alcançará cada um dos pontos da pauta”, apontou o diretor da CNTTL, Carlos Alberto Litti Dahmer.

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Entre as principais questões discutidas pelo setor estão cobrar promessas feitas à categoria, mas ainda não cumpridas, e inclusive algumas conquistas, como a tabela de frete, que, embora exista, não é seguida por algumas empresas e sua constitucionalidade ainda depende de decisão do STF.

“A ideia é traçar uma pauta única dos autônomos, organizada em conjunto. Vemos que há necessidade dessa união e a cada dia que passa surgem pessoas usando o nome da categoria em interesse próprio”, disse o presidente da Abrava, Wallace Landim, conhecido como Chorão.

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A possibilidade de a categoria fazer greve nacional não é descartada. No entanto, não é citada como assunto de primeira ordem pelos representantes.

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