A prática do e-commerce que já era muito comum em todo o mundo, ficou ainda mais popular durante a pandemia. Por isso, empresas tem trabalhado em maneiras de diminuir custos e prazo

A prática do e-commerce que já era muito comum em todo o mundo, ficou ainda mais popular durante a pandemia. Por isso, empresas tem trabalhado em maneiras de diminuir custos e tempo do frete para atrair o consumidor.

Algumas empresas, em contato com a CNN, contaram suas estratégias para diminuir os prazos e seduzirem os cliente. A comerciante Regiane Mattiazo se cadastrou em um aplicativo de entregas e usa o próprio ponto de vendas dela para que os compradores de produtos vendidos na internet busquem a encomenda no local.

“Para o cliente é ótimo, porque ele vem no horário mais adequado, à noite ou depois do trabalho, e para nós movimenta a loja”, explicou Mattiazo.

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Esse formato fica evidente com os números da startup Pegaki. O negócio saiu das 10 mil entregas mensais para um milhão de transações.

De acordo com um dos donos da empresa João Cristofolini, todos os envolvidos na compra levam vantagem. “Lojas como essas que tem espaços ociosos e precisam atrair clientes podem usá-los para receber produtos que são vendidos pelo e-commerce”, disse.

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“A loja ganha com isso e o consumidor que compra na internet e não está em casa para receber o produto ganha uma nova opção.”

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