Uma dessas soluções é o pré-fabricado de concreto, que vem se consolidando como a principal alternativa para a construção em viadutos, passarelas

Segundo a Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias (ABCR), desde 1995, as concessionárias destinaram cerca de R$ 97 bilhões para obras e serviços de melhoria da malha viária nacional. Por isso, encontrar soluções que otimizem o tempo de obra com qualidade é essencial no planejamento dessas intervenções. Além disso, a redução de custos é outro aspecto bastante importante nessas execuções.

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Uma dessas soluções é o pré-fabricado de concreto, que vem se consolidando como a principal alternativa para a construção em viadutos, passarelas, pontes, praças e cabines de pedágios, barreiras de proteção,  muros de contensões,  galerias  e demais obras de arte de estradas e rodovias de todo o Brasil. Isso porque com esse sistema, é possível realizar duplicações sem interferência nas faixas existentes. Dessa forma, proporcionando facilidade para a manutenção dessas construções.

De acordo com Íria Doniak, presidente executiva da Abcic (Associação Brasileira da Construção Industrializada de Concreto), o uso de pré-fabricado de concreto nesse tipo de aplicação tem se consolidado e ampliado, principalmente, pelo crescente uso e disseminação de soluções técnicas e inovações tecnológicas no segmento, como nas áreas de protensão, dos concretos de alto desempenho, dentre outros avanços. “Colabora também, uma maior disponibilidade de equipamentos de transporte e de içamento com elevada capacidade de carga”.

Exemplos de aplicação do concreto pré-fabricado

A industrialização em concreto também vem sendo adotada para grandes complexos portuários, como foi o caso da construção de uma ponte ferroviária, uma ponte rodoviária e dois viadutos no Complexo Viário de Itaguaí (RJ). 

Na região Nordeste, um exemplo de aplicação de pré-fabricado foi a construção de duas unidades em passarelas que integram o VLT de Fortaleza-CE. A obra exigiu o desenvolvimento de fôrmas especiais para permitir dimensões esbeltas e mais leves, de maneira a atender as restrições de transporte e montagem no local.

Já na região Sul, a construção de um viaduto sobre a BR-277 na frente de uma unidade da Cooperativa Agroindustrial Agrária, próxima do município paranaense de Guarapuava, exigiu o uso de concreto com fck de 50 MPa na produção de peças, além do uso de concreto  auto-adensável com rígido controle de qualidade e protensão  controlada.

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