Ainda pouco utilizada para o escoamento de cargas agrícolas no Brasil, a cabotagem pode se consolidar no país a partir da aprovação do projeto de lei 4199/20,

Ainda pouco utilizada para o escoamento de cargas agrícolas no Brasil, a cabotagem pode se consolidar no país a partir da aprovação do projeto de lei 4199/20, conhecido como BR do Mar. De acordo com Thiago Péra, coordenador técnico do Grupo de Pesquisa e Extensão em Logística Agroindustrial (Esalq-Log), com maior movimentação de cargas por cabotagem, o preço médio do frete rodoviário pode ser menor em todo o país.

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“A cabotagem é uma opção interessante para o escoamento de mercadorias, devido ao tamanho da costa brasileira. Dessa forma, com a BR do Mar, o custo da cabotagem irá reduzir. Como consequência, podemos diminuir a demanda por caminhões para fluxos mais longos para diversos setores da economia. Portanto, com a maior oferta de transporte rodoviário, certamente teremos um menor custo para fretes de curtas distâncias”, projeta o coordenador da Esalq-Log.

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Além disso, Péra acrescenta que o avanço da cabotagem não cria uma “competição” entre navios e caminhões na movimentação de cargas. “É importante ressaltar que a cabotagem é uma operação multimodal, e, na maioria das vezes, será feita de forma simultânea com modais rodoviários ou ferroviários, a exemplo do que acontece com o etanol, que sai do porto de Santos (SP), e é distribuído via terrestre no Norte e Nordeste”, complementa.

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