A CCR registrou um aumento de 39,4% no movimento das rodovias que administra, na semana de 16 a 22 de abril. O crescimento leva em consideração

O lucro da CCR voltou a cair no terceiro trimestre deste ano e ficou bem abaixo da expectativa de analistas do setor. O lucro líquido da companhia teve uma redução de 6,9% na comparação com o mesmo período do ano passado, totalizando R$ 340,2 milhões.

No entanto, a empresa acredita que a redução possa ser considerada positiva, em virtude de uma renovação no portfólio da empresa para os próximos dois anos.

Por outro lado, o tráfego consolidado do grupo avançou 6%. Muito em função da nova operação da ViaSul (responsável pelas Rodovias de Integração do Sul), iniciada no começo de 2019. Excluindo o resultado da nova concessionária, haveria um aumento de 2% na movimentação.

A dívida líquida consolidada do grupo atingiu R$ 13 bilhões, um aumento de 3% em relação ao mesmo trimestre do ano passado.

Os custos totais do grupo no trimestre cresceram 9%, para R$ 1,77 bilhão. A principal alta foi na linha de depreciações e amortizações, que registrou aumento de 33,1%, para R$ 497,9 milhões. A alta se deve, principalmente, pela conclusão de investimentos nas concessionárias Metrô Bahia, MSVia e ViaQuatro, e devido à proximidade do final dos contratos rodoviários da RodoNorte e da NovaDutra, que terminam em 2021.

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