De acordo com auditoria do TCU, houve uma melhora significativa nos resultados dos Correios em relação aos indicadores de qualidade nos últimos anos.

O presidente Jair Bolsonaro informou nesta sexta-feira (14) que decidiu demitir o presidente dos Correios, general Juarez Cunha. De acordo com o presidente, o militar se comportou como “sindicalista” e se manifestou contrário à privatização da estatal, já avalizada por Bolsonaro.

A informação sobre a demissão foi dada por Bolsonaro ao final de um café da manhã com jornalistas, no Palácio do Planalto. Logo depois, o presidente disse que avalia nomes para o comando dos Correios.

Bolsonaro afirmou que uma possibilidade seria colocar o general da reserva Carlos Alberto dos Santos Cruz à frente dos Correios. Santos Cruz foi demitido nesta quinta-feira, 13, da Secretaria de Governo e substituído pelo general Luiz Eduardo Ramos.

Porém, o agora ex-ministro não deve assumir no momento nenhuma função no governo.

Privatização dos Correios

O general Juarez Cunha assumiu a presidência dos Correios em novembro do ano passado, durante o governo do ex-presidente Michel Temer. Foi mantido no cargo após a posse de Bolsonaro. Cunha defende a manutenção dos Correios como empresa pública.

Durante o feriado de Páscoa, Juarez Cunha já havia se posicionado contra a privatização através de uma rede social. Na ocasião, Cunha afirmou ter “argumentos para demonstrar porque é importante para o país manter a empresa pública. Inclusive apresentando casos malsucedidos de privatização de correios pelo mundo”.

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