De acordo com a ANFIR - Associação Nacional dos Fabricantes de Implementos Rodoviários, o aumento no preço do aço pode comprometer
Foto aérea do campo de provas da Randon, localizado em Caxias do Sul (RS), faz parte do CTR - Centro Tecnológico Randon. FOTO: Jefferson Bernardes/ Agência Preview

De acordo com a ANFIR – Associação Nacional dos Fabricantes de Implementos Rodoviários, o aumento no preço do aço pode comprometer recuperação do setor. Segundo avaliação da entidade o reajuste é inoportuno em face da crise. Dessa forma, a indústria de implementos rodoviários afirma que o aumento prejudica diretamente o setor.

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“O aço teve aumento superior a 86% em 2020 e a maior parte desse custo não foi repassado ao cliente final. O País está saindo do quarto ano de crise e não tem cabimento aumentar preço de matéria prima. Isso vai quebrar o ritmo de recuperação e vamos retroceder”, diz Norberto Fabris, presidente da ANFIR.

Além disso, Fabris alerta que o setor não tem capacidade de absorver o reajuste. “O aço tem uma participação na produção de nossos produtos de até 70%. Não temos condições de absorver esse custo e seremos diretamente prejudicados”. alerta o executivo.

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O efeito negativo não ficará restrito a indústria. “A situação do transportador também é complicada porque o valor do frete está estagnado. Assim, impedindo o repasse de eventuais aumentos aos clientes. Portanto, essa conta será dividida entre fabricantes e transportadores que poderão ser financeiramente prejudicados”, afirma.

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