De acordo com os dados consolidados pela Fenabrave, federação que representa os distribuidores de veículos no País, a transferência de caminhões usados em julho apontou um crescimento de 23,8%, somando um pouco mais de 34 mil unidades negociadas contra 27,8 mil vendas registradas em junho. Em relação ao mesmo mês do ano passado, quando 32 mil veículos mudaram de mão, persiste alta de 6,3%.

Já no acumulado de janeiro a julho 207 mil transferências foram registradas, volume 4,6% maior do que o apurado no mesmo período do ano passado, de 197,6 mil caminhões vendidos no mercado de usados. Segundo contas da federação, nos sete primeiros meses de cada um caminhão novo que chegaram às ruas outros 3,8 de segunda-mão foram vendidos.

No varejo de usados, o transportador prefere caminhões da Mercedes-Benz. Até julho, os veículos da marca responderam por 37,7% as transações, seguidos pelos modelos pela Volkswagen Caminhões e Ônibus (22%), Ford (16,8%), Scania (8,4%), Volvo (7,8%) e Iveco (4,2%). Todas as outras participaram com apenas 2,9% das transferências.

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