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Balanço | quarta-feira, 13/09/2017 02:49

Venda de implementos rodoviários cai 14% no ano, aponta Anfir

Entre janeiro e agosto foram emplacadas 36,5 mil unidades ante 42,6 mil em igual intervalo de 2016
Entre janeiro e agosto foram emplacadas 36,5 mil unidades ante 42,6 mil em igual intervalo de 2016
A Associação Nacional dos Fabricantes de Implementos Rodoviários (Anfir) divulgou na última segunda-feira, 11, que os emplacamentos do setor recuaram 14,3% de janeiro a agosto, sobre igual período de 2016.
 
Durante os oito primeiros meses do ano, foram emplacadas 36,5 mil unidades ante 42,6 mil em igual intervalo do ano passado. O setor de implementos rodoviários está intimamente ligado à venda de caminhões, que tem apresentado recuperação lenta. 
 
De acordo com a entidade, o mercado de reboques e semirreboques (pesados) apresentou queda de 8,1% de janeiro a agosto deste ano em relação ao mesmo período de 2016, para 15,2 mil produtos. Seis segmentos reportaram variação positiva: baú carga geral, carrega tudo, baú frigorífico, baú lonado, tanque carbono e tanque alumínio.
 
De acordo com o presidente da Anfir, Alcides Braga, “o resultado positivo destes seis segmentos ainda é tímido diante das nossas perdas acumuladas, mas de qualquer forma é um bom alento porque são negócios concretos”. 
 
O profissional acrescentou que o ritmo dos negócios poderia estar mais elevado se houvesse uma política de incentivo para a recuperação da economia. “É nesses momentos que a ação do BNDES dando suporte à indústria seria decisivo para o País”, avalia.
 
Os resultados negativos da indústria de implementos rodoviários no Brasil estão acumulados há dois anos. “Na prática, o acumulado de perdas foi de dois terços do mercado apurado há três anos”, afirmou o diretor executivo da Anfir, Mario Rinaldi.
 
Contudo, o setor tem boas expectativas para a maior feira de transporte de carga da América Latina, a Fenatran, que acontece em novembro. “A feira permite às empresas estreitarem os contatos com seus principais clientes, o que pode até resultar em negócios”, conclui Rinaldi.
 
Fonte: DCI
 

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