Ocorreu a redução média de 21,7% no número de mortes nos quilômetros que possuem dispositivos eletrônicos. Assim também, registrado a queda de 15% nos índices de acidentes após a instalação de radares. Os dados foram divulgados pelo Jornal Folha de S. Paulo na manhã desta segunda-feira (15).

A rodovia que registrou a queda mais significativa de taxa de mortes por ano foi a BR-470, em Santa Catarina. Os trechos analisados da rodovia tinham em média 21 mortes por ano. Atualmente, passaram a ter 11 mortes no período comparado, queda de 49%.

Entretanto, após a instalação dos radares, ocorreu o aumento de mortes em 28% dos pontos de mediação. A BR-364, trecho de Mato Grosso, registrou o pior desempenho no período. Antes da colocação dos radares ocorreu em média 8,4 mortes por ano. Em seguida, o número cresceu para 12 mortes, alta de 42%.

Fonte: Folha de S. Paulo.

Retirada dos Radares nas rodovias federais

O presidente Jair Bolsonaro, em abril, determinou o cancelamento da instalação de mais de 8 mil novos radares. Entretanto, na última quarta-feira (10), a justiça impediu a retirada dos dispositivos eletrônicos das rodovias federais.

Relembre: Justiça impede retirada de radares das rodovias federais. 

Segundo o jornal, especialistas esclareceram que a retirada dos radares aumentará a insegurança em um país em que já morrem 37 mil pessoas no trânsito por ano.

O argumento utilizado por Bolsonaro é que “os radares tem o único intuito o retorno financeiro ao estado”. Porém, segundo José Ramalho,presidente do Observatório Nacional de Segurança Viária, mesmo que exista esse sentimento nenhum radar pode ser instalado sem uma fundamentação técnica.

“Existem, sim, radares em locais equivocados, mas a maciça maioria está dentro das regras e preserva vidas”, afirmou José.

Em entrevista para o Jornal, o Ministério da Infraestrutura não confirmou a retirada de todos os radares. Porém, disse que um modelo está sendo estudado pelo Contram (Conselho Nacional de Trânsito).

Posteriormente, procurado pelo jornal, o Dnit não se manifestou.

Fonte: Folha de S. Paulo.

 

 

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