O Governo, através da ANP (Agencia Nacional do Petróleo, Gás natural e Biocombustíveis), realizou ontem o primeiro leilão de oferta permanente de áreas.

O Governo, através da ANP (Agencia Nacional do Petróleo, Gás natural e Biocombustíveis), realizou ontem o primeiro leilão de oferta permanente de áreas. Assim, foi possível arrecadar R$ 22,3 milhões com 15 empresas vencedoras das áreas. Além disso, o Governo sai com a promessa de investimento de pelo menos R$ 320 milhões dos ganhadores.

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A oferta permanente de área coloca a disposição do mercado áreas de exploração de petróleo rejeitadas por grandes empresas. Ou seja, foram leiloadas regiões para exploração de petróleo e gás para petroleiras independentes e até estreantes no setor. Portanto, não há certeza de que nessas áreas exista petróleo ou gás.

Além disso, foram incluídas no leilão campos que já estavam em produção, mas foram devolvidos em razão de incompatibilidade de perfil com as empresas que possuíam a concessão, essas áreas são chamadas de acumulação marginal. Alguns casos isso acontece pela produção em declínio e não gerava retorno financeiro suficiente.

De acordo com o diretor-geral da ANP, Décio Odeon, o resultado do leilão superou as expectativas iniciais. “Planejamos o leilão de forma despretensiosa. Um processo que começou com a manifestação de interesse de uma empresa pequena em uma área de acumulação marginal no Recôncavo (Bahia). No entanto, terminamos com 45 blocos e áreas contratadas”.

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