A ABESE (Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrôniocos de Segurança) tenta junto ao Governo tornar a aprovação do

A ABESE (Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança) tenta junto ao Governo tornar a aprovação do “Estatuto da Segurança Privada”. Dessa forma, oferecendo um ordenamento jurídico para empresas de serviços e monitoramento 24h e centrais de rastreamento de veículos.

De acordo com levantamento da NTC só no ano de 2018, o prejuízo com roubo de cargas chegou a R$ 2 bilhões. Apesar de melhora, comparado ao ano de 2017, foram registrados no país 22 mil ataques a motoristas de carga.

Por outro lado, mesmo com o elevado número de ocorrências, estima-se que apenas 5% da frota possua algum rastreamento. Portanto, baseando-se nestes dados a associação acredita num aumento no número de veículos rastreados.

Segundo a Presidente da ABESE, Selma Migliori, as tecnologias de rastreamento ainda são pouco exploradas no país. “A tecnologia de rastreamento está bastante relacionada com aplicações veiculares para combate a roubo e furto. Entretanto, são muito mais amplas, é possível rastrear basicamente tudo que se move e tem valor. A Abese acredita que este é um mercado ainda pouco explorado. No entanto, muito promissor devido a alta demanda e a qualidade do serviço prestado pelas empresas de segurança eletrônica”.

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